Meu nome é Pinion. O-Pinion

Primeiro a gente definiu o que queria: dar um espaço para que pessoas que trabalham com saúde nos territórios pudessem mostrar seu dia a dia, suas dificuldades, suas boas sacadas, enfim, suas histórias. Nossos grandes chamados eram: Conta pra gente! e Mostra pra gente! E aí era preciso apresentar essa ideia de um jeito bacana, que deixasse todo mundo com vontade de participar.

O nome da mostra levou um bom tempo pra ser definido. Começamos a pensar palavras e expressões-chave que tivessem a ver com a proposta: Histórias. Experiências. Vivências. Ensino. Narrativas. Lugar. Qualidade. Saúde. Inclusão. Atenção básica. Território. Mostra. Amostra. Histórias de trabalho. Minha experiência. Meu trabalho, meu lugar. Qualidade do meu trabalho. Aprendendo com a experiência. E, finalmente: Saúde do meu lugar. Lugar da minha saúde. Saúde, o meu lugar. Meu lugar é saúde. A saúde é o meu lugar.

Essas últimas sentenças pareciam nos indicar o caminho a seguir, e questões de semântica, métrica e estética nos fizeram chegar a uma forma bem curta que traduzia perfeitamente o que queríamos dizer: o nome Saúde é Meu Lugar, seguido por uma tag simples – Mostra de Vivências nos Territórios. Pronto, o título estava fechado.

Todo mundo concordou que seria legal ter um personagem que apresentasse a mostra, chamasse relatos e estabelecesse um diálogo com o público. Quando foram procurar por inspirações, os membros da equipe que entendem de ilustração e design ficaram meio desapontados, porque a busca por palavras relacionadas a saúde e território (como ‘saúde’, ‘agente de saúde’ e ‘ACS’) trazia resultados repetitivos e sem graça. Como fugir do padrão bonequinha-com-uniforme-boné-e-prancheta?

Depois eles decidiram centrar a busca em ‘território’, deixando a ‘saúde’ momentaneamente de lado, e então uma luz se acendeu. Eles viram que o desenho que marcava os lugares em mapas diversos era o ‘pin’, aquele alfinetinho estilizado que aparece em vários sites e aplicativos. Mais uma vez, o rumo certo estava aparecendo.

Nas reuniões que se seguiram, o desenho do nosso ‘pin’ foi sendo aperfeiçoado. Para que ele ficasse com jeito de pessoa, um olho no centro lhe caiu bem – e logo lembrou a figura dos ‘minions’, personagens da série de filmes Meu Malvado Favorito. A lembrança gerou quase naturalmente o nome da nossa figurinha: Pinion!

Foi idealizada a ilustração que acabou se tornando a logo da mostra, e ela não traz só o Pinion representando o território – ela na verdade explica exatamente o significado da própria mostra. No desenho, o pin está fincado em um ‘X’ que é o símbolo do lugar (como nos antigos mapas de tesouros) mas é também a lembrança da cruz que está na logomarca do SUS. Ou seja, ‘saúde é meu lugar’, do jeito mais simples e direto possível.

As funções primárias do Pinion são convidar participantes e explicar as modalidades de inscrição na mostra, mas ficou decidido que ele seria um verdadeiro garoto-propaganda da nossa ideia, aparecendo em quadrinhos, memes, gifs, vídeos e onde mais sua presença fosse requisitada. Vejam a primeira tirinha:

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