Chegamos a 500 histórias! E a gente nunca esquece a primeira…

Chegamos a 500 histórias no site! São 500 casos que fazem a gente refletir, se animar, querer crescer e construir junto – e a cada dia recebemos mais contatos. Isso merece uma comemoração! Você sabia que a palavra comemorar vem de memória, de  lembrar junto?

Pra comemorar, então, nada mais justo que lembrar aqui o primeiríssimo relato que chegou pra gente, meses atrás, deixando nosso coração quentinho de alegria. Essa primeira história falava de um homem que de certa forma atuava na saúde, mas não era considerado propriamente um trabalhador da área: um carroceiro que percorria as ruas recolhendo tudo aquilo que era descartado.

O ‘Boi carroceiro’ é uma memória da infância de Janilda Souza, nascida e criada na Vila Cruzeiro, no Rio de Janeiro, e que já esteve cara a cara com a gente, na nossa minimostra do Rio. Além de técnica em enfermagem, ela é formada em arte e educação, com especialização em desenho geométrico pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. O gosto pela arte (e também a aptidão) foi descoberto bem no meio do seu trabalho com saúde: “Descobri esse talento desenhando para crianças, à noite, na enfermaria da emergência pediátrica”, disse ela à nossa equipe, referindo-se à sua atuação no Instituto de  Puericultura e Pediatria Martagão Gesteira, na UFRJ.

Janilda Souza, que mandou o relato do Boi Carroceiro

Ela também contou que essas duas formações  a fizeram ver de forma diferente várias coisas de quando ela era criança. A atuação do Boi Carroceiro – que, na vida real, era conhecido como ‘Zé da Carroça’ – foi uma delas, mas tem várias outras surgindo. A avó de Janilda, por exemplo, era rezadeira e parteira em sua comunidade, e essas funções vêm sendo substituídas por outras que estão ligadas à saúde do mesmo jeito. Janilda quer escrever sobre isso em breve. Vamos aguardar!

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